25/11/08
A fábula da galinha vermelha!

A galinha vermelha achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:
- Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?
- ‘Eu não’, disse a vaca.
- ‘Nem eu’, emendou o pato.
- ‘Eu também não’, falou o porco.
- ‘Eu muito menos’, completou o ganso.
- ‘Então eu mesma planto’, - disse a galinha vermelha.
E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
- ‘Quem vai me ajudar a colher o trigo?’, - Quis saber a galinha.
- ‘Eu não’, disse o pato.
- ‘Não faz parte de minhas funções’, disse o porco.
- ‘Não depois de tantos anos de serviço’, exclamou a vaca.
- ‘Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego’ , disse o ganso.
- ‘Então eu mesma colho’, falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.
> Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
- ‘Quem vai me ajudar a assar o pão?’ indagou a galinha vermelha.
- ‘Só se me pagarem hora extra’, falou a vaca.
- ‘Eu não posso por em risco meu auxílio-doença’ , emendou o pato.
- ‘Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão’, disse o porco.
- ‘Caso só eu ajude, é discriminação’ , resmungou o ganso.
- ‘Então eu mesma faço’, exclamou a pequena galinha vermelha.
> Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver.
> De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço.
> Mas a galinha simplesmente disse:
- ‘Não, eu vou comer os cinco pães sozinha’.
- ‘Lucros excessivos!’ , gritou a vaca.
- ‘Sanguessuga capitalista! ‘, exclamou o pato.
- ‘Eu exijo direitos iguais!’, bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo ‘Injustiça’ e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.
Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- ‘Você não pode ser assim egoísta’.
- ‘Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor’, defendeu-se a galinha.
- ‘Exatamente’ , disse o funcionário do governo. ‘Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada’.
E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou:
- ‘Eu estou grata’, …’eu estou grata’.
Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais…nem mesmo um pão.
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Esta ‘fábula’ deveria ser distribuida e estudada em todas as escolas brasileiras. Quem sabe, assim, em uma ou duas gerações, sua mensagem central pudesse tomar o lugar de toda essa papagaiada pseudo-socialista, que insiste em assombrar nosso país e condená-lo à eterna miséria.
Em tempo… Qualquer semelhança desses bichos com alguns abaixo é mera coincidência:
… ‘Sem Terra’, …’Sem Teto’,
…’Bolsa Escola’, …’Puxa-sacos’ ,
…’Sem Vergonha’ …’Deputados’,
…’Senadores’, …’Congressistas em geral’,
‘… e outros bichos mais’.
Colaboração da leitora Luisa
Recife - PE
criado por aagostinho4
7:53 — Arquivado em: 

Engraçado: acabei de ler esse texto por e-mail e ia sugerir que você postasse no blog. Mas você já foi mais galinha vermelha do que eu: quando eu vinha com a sugestão, você já vinha com a execução dela…rs
Beijo recitado
Comentário por Samelly Xavier — 25 25UTC novembro 25UTC 2008 @ 10:20
haiushiuahusha
adorei, de verdade.
engraçado, me fez lembrar 2 galinhas
q eu vi hoje mortas numa macumba ¬¬
acho um absurdo, mas deixa pra la.
bjo!
Comentário por nina — 25 25UTC novembro 25UTC 2008 @ 19:13
Como professora primária e universitária, estarei reproduzindo o seu texto aos meu alunos. Gostei muito do que você escreveu. Abraços, Olinda.
Comentário por olinda Fontoura da Silva — 5 05UTC setembro 05UTC 2009 @ 19:29