26/9/07
A solidão e sua porta
O poeta Carlos Pena Filho, é conhecido como
"o poeta do azul". Gosto desse poema porque
traduz em forma de soneto, o estado de alma
no qual muitas vezes nos encontramos.
Quando mais nada resistir que valha
a pena de viver e a dor de amar
e quando nada mais interessar,
(nem o torpor do sono que se espalha).
Quando, pelo desuso da navalha
a barba livremente caminhar
e até Deus em silêncio se afastar
deixando-te sozinho na batalha
a arquitetar na sombra a despedida
do mundo que te foi contraditório,
lembra-te que afinal te resta a vida
com tudo que é insolvente e provisório
e de que ainda tens uma saída:
entrar no acaso e amar o transitório.
criado por aagostinho4
8:06 — Arquivado em: 

Vc tem um “péssimo” hábito de fazer com que tudo pareça sempre tão simples, bom, prazeroso…
É por esse tipo de post que coloquei seu blog nas minhas visitas obrigatorias na internet.
Xêro!!!
obs: quanto ao seu comentário em ser requisitado pra algum museu, só lembrei de cazuza :
“Eu vejo um futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára…”
Comentário por Nanda — 26 26UTC setembro 26UTC 2007 @ 15:45
Amei o email do Nicolas Sarkozy que vc enviou pra mim. Sábias palavras…gostei foi do “puxão de orelhas” no Chico Buarque.
obs: fui deixar um recadinho no blog da Lile e là um comentário seu que fiquei achando graça depois sozinha…vc disse uma frase muito boa que ficou na minha cabeça (ontem eu até usei ela) : “O bom no bom é fácil. Quero ver o bom no ruim!”.
Tinho, Tinho, Tinho….
Comentário por Nanda — 26 26UTC setembro 26UTC 2007 @ 19:56