31/8/07
Pensamento do dia!
O governo lula não deu atenção a Congonhas,
porque estava preocupado com
Virácopos!
O governo lula não deu atenção a Congonhas,
porque estava preocupado com
Virácopos!

Nesse país tem "ladrão saindo pelo ladrão".
O "palhaço do planalto" diz que "até agora ninguem
foi considerado culpado ou inocente", se referindo
à autorização do STF para processar os mensaleiros
e se apóia na afirmação de que "seu governo já foi
julgado pela população", que o reelegeu. Só esquece de dizer
que essa reeleição foi "viciada" por um mecanismo de
perpetuação de poder criado em seu governo, chamado "Bolsa-Família".
Se descuidarmos, teremos aqui uma "democracia à Venezuela".
E o outro SAFADO que preside o Senado, que se torna
menor a cada hora que passa, diante da soberania do cargo?
"Pinta e borda", faz e desfaz e fica por isso mesmo?
Esse país, através desses FASCÍNORAS, dá aos seus filhos,
a cada dia, a sensação e a certeza de que vale à pena
ser safado, ladrão, mentiroso, traidor, e tantos outros
adjetivos pares. Até quando vamos ficar impassíveis,
se sentindo de "saco cheio" pela insistência da mídia
em divulgar os fatos??? Temos nossa parcela de culpa
pela omissão.

A "quadrilha dos 40" vai, finalmente, ao banco dos réus, desde já contando com uma série de "argumentos" juridicos, como a contestação de elementos de prova, impugnação de testemunhas e até mesmo alcançarem a prescrição legal de seus crimes, como se os danos que seus atos causaram também prescrevessem, a exemplo da gritante situação na saúde pública, das estradas esburacadas que ceifam centenas de vidas todos os dias, das escolas sem professores e sem a mínima infra-estrutura, para não falar de um estado que é eficiente em tributar e arrecadar, porém incompetente em traduzir esse "pagamento da sociedade" em benfeitorias à própria.
O governo vai ao banco dos réus. O presidente lula também precisa ser investigado, pois, em discordância com o Ministro Relator do STF, que aprontou José Dirceu como "chefe-mor" do esquema do Mensalão, ele não era nada mais que um "mancomunado" com o presidente da República, de quem tinha carta-branca para operar o esquema fraudulento. E isso é apenas uma "ponta do iceberg" das corrupções que acontecem dia-a-dia nesse governo.
A sociedade, através das entidades civis, não pode "dormir no ponto". Tem que cobrar agora a celeridade do STF na condução dos processos, para que, ao fim, não deixe na população, aquele gostinho de quem ia experimentar um saboroso doce, mas que caiu no chão antes de chegar à boca.
Há alguns anos atrás, quando fiz
22 anos, escrevi algo…
Hoje posto aqui, em homenagem a alguem
especial que hoje faz 22 anos.
Viajando neste trem
Interte ao tempo que passa,
Nem a paisagem me excita.
Tem muita estrada prá seguir…
E segue por sobre os trilhos,
Enveredando fronteiras
De terras que nunca vi.
Onde vou parar? - Não sei!
Invadindo corações,
Sonhando com o amor maior,
As emoções me transformam…
Na vida, somos atores.
Os momentos me transtornam…
Sabe!? - Tô ficando velho!
Numa reunião com o Presidente da Suíça,
Lula apresenta os seus Ministros:
Este é o Ministro da Saúde,
Este é o ministro da Educação,
Este é o ministro da Cultura,
Este é o Ministro da Justiça… E assim foi.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:
Este é o Ministro da Saúde,
Este é o Ministro da Fazenda,
Este é o Ministro da Educação,
Este é o Ministro da Marinha…
Nessa altura Lula começa a rir:
- Desculpe, Sr. Presidente, mas para que o Sr. tem um Ministro
da Marinha, se o seu país não tem mar?
O Presidente da Suíça então responde:
- Quando você apresentou os Ministros da Justiça, da Educação
e da Saúde, EU NÃO RI…
Aurélio Agostinho nasceu em Tagasta, cidade da Numídia, de uma família burguesa, a 13 de novembro do ano 354. Seu pai, Patrício, era pagão, recebido o batismo pouco antes de morrer; sua mãe, Mônica, pelo contrário, era uma cristã fervorosa, e exercia sobre o filho uma notável influência religiosa. Indo para Cartago, a fim de aperfeiçoar seus estudos, começados na pátria, desviou-se moralmente. Caiu em uma profunda sensualidade, que, segundo ele, é uma das maiores conseqüências do pecado original; dominou-o longamente, moral e intelectualmente, fazendo com que aderisse ao maniqueísmo, que atribuía realidade substancial tanto ao bem como ao mal, julgando achar neste dualismo maniqueu a solução do problema do mal e, por conseqüência, uma justificação da sua vida. Tendo terminado os estudos, abriu uma escola em Cartago, donde partiu para Roma e, em seguida, para Milão. Afastou-se definitivamente do ensino em 386, aos trinta e dois anos, por razões de saúde e, mais ainda, por razões de ordem espiritual.
Entrementes - depois de maduro exame crítico - abandonara o maniqueísmo, abraçando a filosofia neoplatônica que lhe ensinou a espiritualidade de Deus e a negatividade do mal. Destarte chegara a uma concepção cristã da vida - no começo do ano 386. Entretanto a conversão moral demorou ainda, por razões de luxúria. Finalmente, como por uma fulguração do céu, sobreveio a conversão moral e absoluta, no mês de setembro do ano 386. Agostinho renuncia inteiramente ao mundo, à carreira, ao matrimônio; retira-se, durante alguns meses, para a solidão e o recolhimento, em companhia da mãe, do filho e dalguns discípulos, perto de Milão. Aí escreveu seus diálogos filosóficos, e, na Páscoa do ano 387, juntamente com o filho Adeodato e o amigo Alípio, recebeu o batismo em Milão das mãos de Santo Ambrósio, cuja doutrina e eloqüência muito contribuíram para a sua conversão. Tinha trinta e três anos de idade.
Depois da conversão, Agostinho abandona Milão, e, falecida a mãe em Óstia, volta para Tagasta. Aí vendeu todos os haveres e, distribuído o dinheiro entre os pobres, funda um mosteiro numa das suas propriedades alienadas. Ordenado padre em 391, e consagrado bispo em 395, governou a igreja de Hipona até à morte, que se deu durante o assédio da cidade pelos vândalos, a 28 de agosto do ano 430. Tinha setenta e cinco anos de idade.
Após a sua conversão, Agostinho dedicou-se inteiramente ao estudo da Sagrada Escritura, da teologia revelada, e à redação de suas obras, entre as quais têm lugar de destaque as filosóficas. As obras de Agostinho que apresentam interesse filosófico são, sobretudo, os diálogos filosóficos: Contra os acadêmicos, Da vida beata, Os solilóquios, Sobre a imortalidade da alma, Sobre a quantidade da alma, Sobre o mestre, Sobre a música. Interessam também à filosofia os escritos contra os maniqueus: Sobre os costumes, Do livre arbítrio, Sobre as duas almas, Da natureza do bem.
Segundo Ricardo Noblat, em sua coluna de hoje,
"não há idiotas no senado", referindo-se aos senadores
que julgarão a eventual indicação de cassação de mandato,
pelo Conselho de Ética, de seu presidente Renan
vaCalheiros. Segundo a nota,
entre os senadores "há os que empregue parentes e
amantes nos gabinetes. Há quem se valha de
NOTAS FISCAIS FRIAS para embolsar a verba
indenizatória. Há pelo menos um senador que
seduziu uma sobrinha menor de idade.
Há outro que deve ao então ministro da Justiça,
Renan Calheiros, o favor de ter livrado o filho de
uma encrenca com a polícia".
Estamos entregues a sinecuras, tarados, corruptos e
traficantes de influência.
Onde vamos parar se quem deveria criar e zelar pelo
cumprimento das leis são seus maiores transgressores?
A quem devemos pedir socorro?
Transcrevo abaixo, o irretocável
artigo de Gustavo Krause,
publicado no Blog do Jamildo, hoje.
Por Gustavo Krause
Eles estavam batendo um papo animado, levando um lero, tricotando. Nada mais natural e prazeroso do que exercer a arte da conversa. Ainda mais, quando descontraída, inteligente, em mesa de botequim, ora com tiradas de humor, ora com pitadas de maledicência que não livra nem a cara do próprio autor.
Só que "eles" não eram Dona Mariquinha, a fofoqueira do bairro, uma "candinha" que inspirou famosa canção de Roberto Carlos, nem Neco Barbeiro, dono da barbearia, lugar onde nascem e se difundem os boatos da comunidade.
"Eles" são Excelências e que Excelências: Ministro e Ministra do Supremo Tribunal Federal, a Corte, a quem cabe emitir a última palavra do Poder Judiciário, ao fazer Justiça e harmonizar os conflitos sociais.
"Eles" não estavam num botequim: estavam reunidos para iniciar o julgamento do mais rumoroso e espetacular escândalo da política brasileira. Era uma sessão pública. Transparente, como deve ser exercido o poder nas democracias, sem máscaras, submetido à publicidade, ao conhecimento e, por conseqüência, ao controle da cidadania.
"Eles", a Ministra Carmem Lúcia e o Ministro Ricardo Lewandowski, não conversavam abobrinhas. Descontados o veneno dos serpentários que atiça a fogueira das vaidades, o bate-papo eletrônico, flagrado pela potências das lentes do fotógrafo de "O Globo", autoriza a legitima suspeita de que havia votos minutados antecipadamente: "A sustentação do PGR impressiona [...] Mas mudar à última hora é complicado[...] Eu, de qualquer maneira, vou ter de varar a noite", disse o Ministro; "Acho que não dá mais para o que cogitei e lhe falei [...] Mas a quadrilha vai ser fogo negar. O Joaquim [Barbosa] e agora o PGR", afirmou a ministra; "Posso, porém, minutar voto em sentido contrário", sugere Davi, o assessor.
Da conversa entre "eles", emana outra suspeita: a cobrança de pedágios explícitos a serem quitados junto ao Poder Executivo que os nomeia fato que, a bem da verdade, não é apanágio deste governo nem pode ser uma suspeita generalizada.
Com efeito, a história do Supremo está marcada pela presença de Magistrados que, pelo saber jurídico, coragem cívica e irretocável independência têm engrandecido a instituição.
Pena que, nesta trajetória, homens da maior dignidade convivam com "Tartufo(s)", famoso personagem da comédia clássica de Molière, hoje, substantivo-símbolo universal da hipocrisia, da dissimulação e que deixou para seus seguidores a seguinte máxima: "Não há nenhum pecado se pecar em silêncio".
O que fica do episódio, independente do resultado do julgamento, é uma grave constatação: o lulismo é um fenômeno ubíquo, onipresente, está em todo lugar e perigosamente infiltrado nas instituições republicanas. Senão vejamos.
Depois de alegar um desconhecimento alvar da lama que o rodeava; depois de proclamar-se traído pelos aloprados, Lula jurou de pés juntos que a reforma política ia sair. E o que fez sua base de apoio? Aprovou, na Câmara, com sua conivência, o projeto que consagra a infidelidade partidária. E viva o balcão que permite entregar em domicílio, moderno sistema de delivery, os mandatos parlamentares que pertencem ao povo!
Por onde andam os movimentos sociais? Sob a anestesia das prebendas governamentais.
E grande parcela da intelectualidade? Em silêncio obsequioso, ou docemente pendurada nos mimos das estatais concedidos aos projetos culturais.
E a imprensa? Uma parte, investigativa, combativa, cumprindo seu papel democrático; outra parte, servindo à manipulação da comunicação política do governo. Sem contar que vem aí, imaginem, uma "rede pública" de televisão.
A tudo isto, se junta o estado policial, ameaçador das garantias individuais que faz mais vítimas do que condenados; o estado aparelhado, de um lado rendendo ao PT gordos dízimos dos cargos comissionados, de outro, chafurdando na relação promíscua do público com o privado, sem prover segurança, saúde, educação, infra-estrutura e, ainda por cima, brincando com a vida de quem se aventura numa prosaica viagem de avião.
A exceção da classe média, todos têm sua bolsa: os ricos recebem a bolsa-juros (vê balanço dos bancos) e os pobres (1 em cada 4 brasileiros), o bolsa-família, de duvidosa eficiência social, mas de comprovada eficiência eleitoral, graças às consciências aprisionadas pela gratidão do estômago.
Por fim, os publicitários do respeitável Banco do Brasil inundam os meios de comunicação com a ingênua campanha 1+2=3, ou seja, uma subliminar mensagem em prol do terceiro mandato presidencial o que consagraria, definitivamente, o lulo-chavismo.
Bem que o anfitrião do jantar chique oferecido a Lula, Chico Buarque, poderia reescrever "Fado Tropical", ainda que prejudicando a rima: "Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal, ainda vai tornar-se uma imensa Venezuela".

Ontem foi "dia de arrumação" de meus livros. Estavam todos desordenados na estante e agora não estão mais. Em alguns casos, ousei fazer uma separação por assuntos. Uma dessas separações foi sobre os livros que tenho dedicados ao vinho. Entre eles, "Em volta do vinho", Renato Machado; "O sabor do vinho", Alberto Miele e Adriano Miolo, entre outros… Um se destaca: "A arte de degustar o vinho", de Enrico Bernardo. que foi reconhecido como o melhor sommelier da Itália aos vinte anos e como o melhor sommelier do mundo aos vinte e sete anos. Hoje, é sommelier-chefe do Cinc, restaurante do Four Seasons Hôtel George V em Paris, gerenciando mais de 2000 referências. No livro ele transmite a sua paixão e o seu conhecimento do mundo do vinho. Com um método claro e palavras simples ele explica como reconhecer um cru, apreciá-lo, defini-lo, julgá-lo.
É uma leitura que recomendo aos apaixonados por esse mundo dos vinhos.
Ditado 01
Quem canta, seus males espanta!
Porém, quem canta seus males, espanta!
Ditado 02
Dinheiro, nunca é demais!
Porém, dinheiro nunca!? - É demais!!!