27/6/07
O que estou lendo!

Maysa faleceu em 21 de janeiro de 1977. Naquele dia meu pai completava 44 anos. Era mais novo que a idade que agora tenho.
Lembro de ter visto no noticiário sobre sua morte num acidente de carro na Ponte Rio-Niterói. Eu próprio tinha então 15 anos de idade.
Mas já naquela época eu tinha minha atenção despertada para a boa música e não esqueço das vezes que ouvi "Meu mundo caiu" naquela voz marcante e carregada de tristeza.
Tenho uma coletânea de seus discos e a escuto sempre. Agora estou lendo sua biografia.
Eis a sinopse do livro oferecida pela editora:
Maysa: Só Numa Multidão de Amores percorre minuciosamente todas as etapas (e traumas) de uma trajetória marcada por amores, viagens, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas para desintoxicação. Do convívio com o pai notívago e hedonista ao casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha à esposa o recato das tradições familiares), da identificação visceral com a música romântica à assimilação das novidades estéticas trazidas pela Bossa Nova, Lira Neto compõe uma narrativa em que a fidelidade aos fatos e o exaustivo trabalho de prospecção permitem detalhar também o contexto sociocultural em que Maysa se tornou uma personagem tão célebre quanto a atriz Cacilda Becker, a pianista Guiomar Novaes, a tenista Maria Esther Bueno ou a escritora Rachel de Queiroz - todas elas protagonistas de uma sociedade em que a mulher tinha papel coadjuvante.
criado por aagostinho4
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