Salada à Brasileira

“O único tirano que aceito neste mundo é a voz silenciosa dentro de mim, a consciência.” (Mahatma Gandhi).

30/6/07

É fim de junho…

… e entre tentativas de "relaxadas e gozadas", chegamos ao exato "meio do ano.

Junho se vai mas deixa para julho a herança de "velhos novos problemas": a velha e conhecida corrupção, cada vez mais descarada e tentando se justificar de maneira cada vez mais esfarrapada… O caos aéreo e a vontade de ver em casa, relaxando e gozando numa banheira de óleo fervente, ministras idiotas…

Se vão as festas de junho, mas que continuem nos protegendo "Toinho, Joãozinho e Pedrinho", como chamava, na intimidade, Jackson do Pandeiro, aos santos juninos. Mas logo outras festas virão e, com elas, novas comemorações… No dizer do poeta Drummond "Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida."

Que seja bem vindo! Que, no frio invernal que carrega, traga consigo o calor da alegria de viver; o calor que nos dê forças a superar as adversiddes e abrir a alma e o coração; a reaprender a amar. A todas e todos, uma feliz segunda metade de 2007.

criado por aagostinho4    20:33 — Arquivado em: Sem categoria

29/6/07

Tão seu!

Eu sinto sua falta
Não posso esperar tanto tempo assim
O nosso amor é novo
É o velho amor ainda e sempre

Não diga que não vem me ver
de noite eu quero descansar
Ir ao cinema com você
Um filme à toa no Pathé

Que culpa a gente tem de ser feliz
Que culpa a gente tem, meu bem
O mundo bem diante do nariz
Feliz aqui e não além

Me sinto só, me sinto só, me sinto tão seu
me sinto tão, me sinto só e sou teu

Eu faço tanta coisa
Pensando no momento de te ver
A minha casa sem você é triste
E a espera arde sem me aquecer

Não diga que você não volta
Eu não vou conseguir dormir
À noite eu quero descansar
Sair à toa por aí

Me sinto só, me sinto só, me sinto tão seu
me sinto tão, me sinto só e sou teu

Eu sinto sua falta
Não posso esperar tanto tempo assim
O nosso amor é novo
É o velho amor ainda e sempre

Que culpa a gente tem de ser feliz
Eu digo eles ou nós dois
O mundo bem diante do nariz
Feliz agora e não depois

Me sinto só, me sinto só, me sinto tão seu
me sinto tão, me sinto só e sou teu.

 

 

(Samuel Rosa / Chico Amaral)
 

criado por aagostinho4    21:19 — Arquivado em: Sem categoria

O cara já chega com currículo!

Esse já veio com a cara de "Sibá": matreiro e sestroso…

Se brincar, vira Presidente da República… Ao menos já tem

"currículo" o que, no caso do Brasil atual, é sinônimo de "ficha policial".

da Folha Online

Com base em recibo e perícia apontando fraudes em quatro licitações, o Ministério Público Federal acusa o novo presidente do Conselho de Ética do Senado, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), de receber propina em troca de emendas ao Orçamento destinadas a obras em 1998, informa reportagem publicada nesta sexta-feira pela Folha.

O alvo de investigação da Procuradoria, segundo a reportagem, são três emendas do senador, do ano de 1998, que somam R$ 280 mil. A acusação gerou dois inquéritos sigilosos no STF (Supremo Tribunal Federal).

A Folha teve acesso aos documentos que levaram a Procuradoria acusar Quintanilha de destinar emendas a obras para depois receber parte do dinheiro em forma de propina.

Os desvios, de acordo com o Blog do Josias, foram estimados pelo Ministério Público em pelo menos R$ 25 milhões.

Quintanilha assumiu a presidência do conselho em substituição ao senador Sibá Machado (PT-AC), que renunciou ao cargo na terça-feira, em meio ao impasse político para a escolha do relator no processo contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Renan é acusado de receber dinheiro do lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior, para pagar pensão e aluguel da jornalista Mônica Veloso, com quem o presidente do Senado tem uma filha.

Ontem, o presidente do conselho decidiu deixar para terça-feira a escolha do relator do processo por quebra de decoro parlamentar contra Renan. A decisão foi tomada após Quintanilha ter convidado, "desconvidado" e "reconvidado" o senador Renato Casagrande (PSB-ES) para o cargo.

Casagrande disse que o convite feito anteontem à noite por Quintanilha havia sido retirado. "Um convite feito publicamente, depois com uma mudança de posição, sem dúvida, me faltou com o respeito", disse.

Mas Quintanilha negou o "desconvite", dizendo apenas que tinha que primeiro consultar a assessoria jurídica do Senado para averiguar eventuais falhas na condução do processo. "Eu não quero incorrer nos equívocos, nos tropeços que ocorreram no conselho até agora. Eu não posso sair agindo fora dos limites do regimento interno e da constituição", afirmou.

Após o mal-estar gerado com Casagrande, Quintanilha recuou e ligou para o colega para dizer que havia um mal-entendido. Quintanilha afirmou que o convite não havia sido retirado.

A Folha Online apurou que Quintanilha voltou atrás depois de perceber o desgaste que o recuo no convite provocaria na imagem de Renan.

Impasse

Após o telefonema, Casagrande não respondeu a Quintanilha se continua disposto a assumir a relatoria do processo. O senador disse a interlocutores que não aceitará o cargo enquanto permanecer o clima de incerteza sobre as futuras ações do conselho.

Membro da base aliada do governo, Casagrande deixou claro que não pretende assumir a relatoria se não tiver autonomia para conduzir as investigações de forma independente, ou seja, sem pressões dos aliados de Renan.

O "desconvite" foi feito depois de Casagrande ter aceito relatar o caso. O problema é que Casagrande impôs condições para sua atuação ao afirmar ser favorável à ampliação das investigações sobre Renan –incluindo as movimentações financeiras do presidente do Senado. Esse posicionamento desagradou aliados do senador Renan, que querem restringir o caso à denúncia relacionadas à empreiteira Mendes Júnior.

criado por aagostinho4    11:44 — Arquivado em: Sem categoria

28/6/07

SHOW IMPERDÍVEL

 

NÃO PERCAM!!!

Show da mais nova dupla breganeja

do país: RENAN E RORIZ, com o sucesso

"AONDE A VACA VAI, O BOI VAI ATRÁS"

Local: Em todo noticiário!

Patrocínio do "Palhaço do Planalto"

criado por aagostinho4    15:19 — Arquivado em: Sem categoria

27/6/07

O que estou lendo!

 

Maysa faleceu em 21 de janeiro de 1977. Naquele dia meu pai completava 44 anos. Era mais novo que a idade que agora tenho.

Lembro de ter visto no noticiário sobre sua morte num acidente de carro na Ponte Rio-Niterói. Eu próprio tinha então 15 anos de idade.

Mas já naquela época eu tinha minha atenção despertada para a boa música e não esqueço das vezes que ouvi "Meu mundo caiu" naquela voz marcante e carregada de tristeza.

Tenho uma coletânea de seus discos e a escuto sempre. Agora estou lendo sua biografia.

Eis a sinopse do livro oferecida pela editora:

Maysa: Só Numa Multidão de Amores percorre minuciosamente todas as etapas (e traumas) de uma trajetória marcada por amores, viagens, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas para desintoxicação. Do convívio com o pai notívago e hedonista ao casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha à esposa o recato das tradições familiares), da identificação visceral com a música romântica à assimilação das novidades estéticas trazidas pela Bossa Nova, Lira Neto compõe uma narrativa em que a fidelidade aos fatos e o exaustivo trabalho de prospecção permitem detalhar também o contexto sociocultural em que Maysa se tornou uma personagem tão célebre quanto a atriz Cacilda Becker, a pianista Guiomar Novaes, a tenista Maria Esther Bueno ou a escritora Rachel de Queiroz - todas elas protagonistas de uma sociedade em que a mulher tinha papel coadjuvante.

criado por aagostinho4    21:51 — Arquivado em: Sem categoria

25/6/07

Leiam! Importante!

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
MENDONÇA NETO

"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz."
As vacas de Renan dão cria 24 h por dia.
"Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!

Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas. Do menino ingênuo que fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978, que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar, você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do "seo" Olavo, a digladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto. Descobriria um atalho, um ou mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe um dia, derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados, cujo serviço exclusivo era abanar , por horas, um leque imenso, sobre a mesa dos usineiros para que os mosquitos de Murici (em Murici até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus donos: quem sabe um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros, o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho, onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos. Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele, aliaram-se, começou a ser parido o novo Renan. Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isto. Longe de ser um demérito, esta sua espessa ignorância literária, faz sobressair, ainda mais, seu talento de vencedor. Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e a ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria, em tudo. Haveria de ser recebido em Palácios, em mansões de milionários, em congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seria rebatizados em Fausto e opulência. "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível". Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se gordo! Quer sujar-se? Suje-se gordo!".

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Neste mandato nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço! Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou esta sua campanha com US 1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho. E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-los nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha, e é tudo seu, montanha e glória, ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem na política brasileira a tem? Quem neste Planalto, "centro das grandes picaretagens nacionais" atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu "pai velho", passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem? Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o "golpe do operário", no dizer de Brizola, e hoje "hospeda" no seu Ministério um office boy do próprio Brizola? Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor,e dobrou o Supremo Tribunal Federal? No velho dizer dos canalhas, "todos fazem isto", mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta, pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para "blindá-lo". E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra, Siba, é o camareiro de seu salvo conduto para a impunidade, e fará de tudo, para que a sua bandeira, absolver Renan no Conselho de Ética, consagre a "sua carreira". Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o "chefe". É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: "quero absolver Renan". Que Corregedor! Que Senado!

Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE.
Confira, tem a sua assinatura:
1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil

E SÒ. Você não declarou nenhuma fazenda nem uma cabeça de gado!! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$ 1 milhão e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale R$ 3.000.000.

Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMÔNIO DE CERCA DE R$ 5.000.000. Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhões, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranja? Que herança moral você deixa para seus descendentes. Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena?

Um vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho". É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso.

Hoje, perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

criado por aagostinho4    22:11 — Arquivado em: Sem categoria

Não matem a Música Nordestina

Entende-se por "Música Nordestina" o que, corriquieramente se denomina por "Forró Pé-de-Serra", que define bem a origem de onde surgiu e se difundiu à partir de seus principais ritmos, como o xaxado, o xote, o rojão e, mais tarde, o baião, consagrado pelo maior cantor nordestino de todos os tempos, Luiz Gonzaga, que ganhou o epíteto de "Rei do Baião" e foi, há poucos anos atrás, escolhido como "o pernambucano do século" em escolha promovida nacionalmente por uma emissora de TV.

Os forrozeiros "pé-de-serra", passando por Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Marinês, Abdias, Genival Lacerda, Jackson do Pandeiro e tantos outros que influenciaram com sua arte grandes artistas de projeção nacional e internacional, como Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Lenine, apenas para citar alguns, que mantêm ainda viva a autêntica música nordestina. Nessa época junina seus nomes são referências e suas músicas enchem de alegria as festas e os ouvidos de quem as ouve. Sucessos impecáveis, musicalmente falando e também em suas letras; histórias do homem do campo e suas dificuldades; de seu cotidiano; de suas tristezas e dores; de amores; de família; de lugares…

Hoje, entretanto, lamentavelmente há uma proliferação comercial das assim definidas "bandas de forró", que de forró têm tanto o quanto eu tenho de europeu. São meras apostas comerciais das gravadoras, que, por trás de um forte esquema de divulgação onde os ditos "sucessos" são forjados, com temas grotescos, letras de gosto duvidoso. Atualmente a "onda" é a exploração de temas notadamente machistas, como "cachaça, rapariga, cabaré e gaia", esta última uma corruptela de "galha", sinônimo de "chifres". É deplorável submeter os ouvidos a esse tipo de distorção musical.

E aí vem o pior: Uma grande rede de TV promove todos os anos uma festa de dois dias, com venda de espaços publicitários, camarotes e ingressos a que chama de "Forró na Capitá", que de forró não tem nada. Este ano, como parte da organização, destinou um espaço, a que chamaram de tenda para o "forró pé-de-serra", como se esse fosse a excessão.

Gravatá, cidade do agreste de Pernambuco que se organiza nessa época para receber milhares de visitantes, em sua propaganda oficial que que "em Gavatá tem ATÉ forró pé-de-serra" e teve anunciado entre as atrações a banda Timbalada. Sinceramente: isso tá mais prá carnaval fora de época, onde predominam os ritmos baianos, que prá uma autêntica festa nordestina.

Será que a sanha desenfreada por lucros vai acabar destruindo até nossas manifestações culturais mais genuínas?

Não matem a música nordestina! Não matem o autêntico forró!

criado por aagostinho4    13:35 — Arquivado em: Sem categoria

24/6/07

Por acaso…

Por acaso te encontrei?

Por acaso, circunstâncias surgiram como se fossem um "desenho de Deus"?

Por acaso te quero bem e tu também a mim?

Por acaso, por conveniências ou convenções, negamos o amor?

Por acaso te desejei e apareceste?

Por acaso, que "sinais do tempo" ainda precisamos?

 

criado por aagostinho4    18:19 — Arquivado em: Sem categoria

21/6/07

Pensamento do dia!

"Hoje em dia, escândalo nesse país,

é igual a uma caixa de lenço de papel:

puxa um e

vem outro junto."

criado por aagostinho4    10:30 — Arquivado em: Sem categoria

20/6/07

Piadinha só e apenas prá relaxar.

O sujeito finalmente conseguiu realizar o seu sonho de comprar um Audi A4 1.8T, automático, conversível…
Então, numa bela tarde, se mandou para uma auto-estrada para testar toda a capacidade da "belezura".
Capota abaixada, o vento na cara, o cabelo voando, resolveu ir fundo!
Quando o ponteiro estava chegando nos 120, ele viu que um carro da Polícia Rodoviária o perseguia com a sirene a mil e as luzes piscando.
"Ah, mas não vão alcançar este Audi de jeito nenhum", pensou ele e atolou o pé no acelerador.
O ponteiro foi pros 140, 160, 200… E a patrulha atrás.
"Que loucura", ele pensou e, então, resolveu encostar.
O guarda veio, pediu os documentos, examinou o carro e disse:
-Eu tive um dia muito duro e já passou do horário do meu turno.
Se me der uma boa desculpa, que eu nunca tenha ouvido, para dirigir desta maneira, deixo você ir embora.
E o sujeito emendou:
-Na semana passada, minha mulher fugiu com um policial rodoviário e eu tive medo de que fosse ele querendo devolvê-la.
-"Boa noite", disse o guarda."

criado por aagostinho4    12:15 — Arquivado em: Sem categoria
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